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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Do Bosque...

Para lá dos amfibiozinhos,
Para lá dos pirilampos
E do canto das cigarras...
São vários os caminhos
Que levam até um jardim
Onde tudo se vê e nada se sabe.
À escolha, preto ou branco,
Eu escolho preto.
Resta-te outro tanto,
Que te leva
Por onde não ando eu.
Escrevo histórias,
Conto contos.
Falo de magia
E de feitiços,
Que podem acontecer,
Se por aí
Me levar a vontade.
Do jardim oculto,
Ruge o mar, esforça-se
Para tomar a terra;
Praia que se vê de prata,
Tocada pelo luar...

3 comentários:

ana disse...

parabens! está fabuloso!faltam palavras para o caracterizar. estou em dúvida mas é provavel que este passe a ser o meu favorito!AG

sue disse...

como ja te tinha dito na net, este talvez seja o meu favorito...

"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena." Fernando Pessoa

Bá disse...

Num lugar inquieto escondido e fechado...o bosque encantado.!eheh

Está lindo o poema.